Comer sem fome. Travar no mesmo ponto. Sentir no corpo o que a mente ainda não nomeou. Aqui, a gente escuta o sintoma antes de tentar calá-lo.
O sintoma não é o erro. É a forma que algo dentro de você encontrou de pedir atenção.
Você come para acalmar o que ainda não conseguiu nomear.
Sabe qual é o caminho — mas repete o mesmo desvio.
O corpo cansa, trava, adoece, e ninguém liga os pontos.
Você cuida de todos; o que sobra para você é o sintoma.
A vontade dura uma semana. Depois, o mesmo lugar de sempre.
Antes de querer parar o comportamento, encontramos o que o aciona — a situação, a emoção, o instante exato em que ele aparece.
À luz das cinco feridas de Lise Bourbeau, o que parecia aleatório ganha nome e sentido. Entender a origem muda a relação com o sintoma.
Quando o padrão passa a ser reconhecido, ele perde o automatismo. É daqui que nasce a possibilidade de escolher diferente.
O início é simples e sem compromisso. Cada etapa existe para que a gente se conheça antes de seguir junto.
Você conta, no seu ritmo, o que te trouxe até aqui. É o primeiro gesto de cuidado — e o que me permite te receber já com escuta preparada.
Um encontro de 30 minutos para sentir se há sintonia, entender sua demanda e desenhar os primeiros passos. Sem julgamento, sem pressa.
A partir do que conversamos, construímos juntas um caminho — com objetivos, ritmo e direção. Processo, não pacote.
Sem pressa e sem compromisso. Comece pelo Formulário de Chegada — é o início de uma escuta preparada só para você.
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